Não, não sou eu a que fico
E és tu quem parte
- quem nunca quis estar.
Medos? Falemos deles, sim.
O meu maior medo era gostar mais de ti do que da ideia de te ter.
E isso, meu querido, já há muito que acontece.
Pus-te em bandeja os meus sentimentos, não para que neles pudesses tocar
mas para da sua existência teres conhecimento
Não para deles fugires e nunca! para com eles brincares.
O que me deixa mais triste é não ter sequer um recanto escuro onde chorar, não tenho tempo nem lugar para o fazer, para escoar esta mágoa.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
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